Previdência privada: como funciona e qual a melhor opção?

Apesar do principal objetivo da previdência ser a aposentadoria, ela também pode ser utilizada para qualquer fim de prazo mais estendido

Pensar no futuro, financeiramente falando, é algo que devemos fazer para garanti-lo. O resgate de um plano de previdência privada seria uma boa opção? E qual seria o melhor tipo de previdência? Como funciona? É sobre isso que iremos falar no artigo a seguir.

Precisamos te alertar que não há uma resposta certa. Mas isso é algo positivo, sabia? porque isso possibilita ao investidor liberdade de escolha, fora do modelo comum e tradicional do INSS, que é responsável pelo pagamento da aposentadoria no Brasil.

Previdência privada: o que é?

A previdência privada é um tipo de investimento parecido com renda fixa, ações ou multimercados.

O principal intuito da previdência é o de complementar a aposentadoria pública. Esses fundos contam com estímulos fiscais para que o investidor deixe seu dinheiro aplicado no longo prazo. Entretanto, o objetivo não precisa ser se aposentar, mas pode englobar qualquer projeto considerando um tempo maior, que faça valer os descontos nos impostos.

Basicamente, o investimento se divide em duas partes: a fase de acumulação, em que o investidor aporta recursos no fundo, e a fase de resgate, onde recebe. Na hora de usufruir do dinheiro, existem vários modelos de resgate: saque único, renda vitalícia, renda temporária, com ou sem possibilidade de recebimento por herdeiros após a morte, entre outros. 

Outra aplicação importante é a sucessão patrimonial, já que a previdência possui regras específicas para a transferências de heranças, simplificando burocracias, sem ter que passar por inventários. Isso significa que o recurso pode ser transferido em um período de tempo mais curto. 

Pontos positivos da previdência privada

A previdência oferece uma série de benefícios fiscais, com intuito de convencer os investidores a deixar o dinheiro aplicado a longo prazo. Ou seja, esses benefícios podem fazer uma grande diferença no patrimônio do investidor. Entre os pontos positivos, destacam-se três:

  • A possibilidade de deduzir até 12% da renda tributável na declaração do Imposto de Renda, no caso de aplicação em um plano do tipo PGBL;
  • opção de escolher a tributação regressiva que, no longo prazo, torna as alíquotas de impostos inferiores às de fundos tradicionais;
  • ausência do come-cotas.

No caso da dedução do IR, as aplicações nos fundos de previdência PGBL entram no mesmo campo que despesas médicas e de educação. Ou seja, o investidor guarda e aplica seu dinheiro, mas tem o direito de descontar esse aporte da base de cálculo, o que tende a aumentar sua restituição. Inclusive, quem investir até o último dia útil desse ano em um fundo de previdência PGBL, já poderá usufruir dessa vantagem na declaração no ano que vem.

Já a tributação regressiva funciona da seguinte maneira: apesar de começar com a alíquota de 35%, que é muito alta se comparada a fundos tradicionais, o percentual cobrado pela Receita pode chegar a 10% caso o investidor não retire seu dinheiro da previdência pelo prazo de 10 anos.

Por fim, a ausência do come-cotas semestral permite que este dinheiro siga aplicado rendendo no fundo ao longo dos anos.

Plano VGBL

Este plano é indicado para os contribuintes isentos de declarar o seu IR, ou que preferem fazê-lo pelo modelo de declaração simplificada. A sigla significa Vida Gerador de Benefício Livre.

E isso tem uma razão: é que a tributação acontece somente sobre os rendimentos, e não sobre os aportes mensais, de acordo com o contrato.

Plano PGBL

Já o Plano Gerador de Benefício Livre, é indicado para os contribuintes que declaram seu Imposto de Renda pelo modelo Completo.

E a razão da indicação é por conta da possibilidade de deduzir até 12% da renda bruta tributável, um dos pontos positivos que citamos acima. Desse modo, a Receita considera como uma despesa dedutível. Ou seja, é um benefício para o contribuinte investidor, pelo tempo em que realiza os aportes mensais, de acordo com o contrato.

Mas preste atenção: no momento do saque, a tributação ocorre sobre o valor total acumulado, ou seja, a soma dos aportes mais os rendimentos.

Qual vale mais a pena?

O que devemos observar antes de contratar um plano de previdência privada:

  • De que maneira você pretende resgatar o valor;
  • VGBL ou PGBL, de acordo com o seu Imposto de Renda;
  • Observar as taxas de custos e o rendimento da previdência, oferecidas pela empresa contratada.

Para conseguir encontrar o melhor plano, você deve analisar isso e como pretende utilizar o valor do resgate.

Entre previdência privada e poupança, qual a melhor?

A economia do país sempre está modificando, e atualmente, a poupança, por conta da taxa de juros Selic, não está rendendo quase nada.

Sim, não há incidência de Imposto de Renda, mas, agora, cabe fazer uma outra escolha, se você considera esse investimento, pois a grande maioria dos planos de previdência privada costuma oferecer rendimento superior aos da poupança, o que, a depender da sua vontade, pode valer o IR a ser tributado.

Ou seja, investir em fundos de previdência privada pode ser a melhor opção para você, basta entender como calcular as taxas da previdência oferecidas e pensar qual o seu plano para o futuro.

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Fonte: Seu dinheiro / Leoa

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